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É o deus das trovoadas, raios, chuvas e tempestades.
Divindade do culto afro-brasileiro, um dos orixás mais destacados do candomblé.
Orixá masculino das tempestades, dos trovões, dos raios e da justiça. Segundo a tradição oral, teria sido o quarto rei de Oyó, capital do antigo império ioruba.
Filho de Iemanjá, foi casado com Iansã, com Oxum e com Obá. É representado com um rei poderoso que distribui justiça, com um machado de duas lâminas nas mãos.
Foi marido de três
mulheres
Obá, Oxum, Iansã
Características
Força, retidão, orgulho, autoritarismo, sensualidade e, quando contrariado, violência.
Seu dia da
semana
Quarta-feira, mas para outros terça-feira, sendo a festa anual celebrada a 24 de junho ou 30 de setembro.
Cores
O vermelho e o branco no candomblé e marrom na umbanda
Locais
pedreiras ou pedra em beira de cachoeira.
Saudação
Kabiencille Xangô
Seu
símbolo
Oché - o machado de 2 lados
Oferendas
sua comida-de-santo é galo, bode, cágado, carneiro e caruru de quiabos
(amalá)
Sincretismo
No sincretismo afro-católico, aparece como São Jerônimo, possivelmente devido ao leão que acompanha a imagem do santo, animal simbólico da realeza entre os iorubas. Também aparece como Santa Bárbara, protetora contra as tempestades, e como São Jorge, devido à espada que acompanha a imagem do santo, que é identificada à insígnia do orixá, o oxé, machadinha de lâmina dupla. São Pedro e São Miguel.
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FOLCLORE BRASILEIRO
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