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É o mais temido dos orixás.
Orixá masculino das doenças, em especial de pele, e da varíola.
Também chamado Obaluaiê ou Obaluaê. Outras vezes é chamado Abaluaê ou
Omonolu, os dois nomes correspondem às formas jovem e velha de Xampanã, orixá da varíola e da peste, cujo nome é considerado tabu. Filho de Nanã, Obaluaê ficou muito doente e fraco e foi por ela abandonado, sendo recolhido e cuidado por Iemanjá.
É representado com o rosto e o corpo cobertos por véus e vestes de palha e, quando se incorpora, dança em convulsões e tremendo, alquebrado, com grande sofrimento.
Omolu - Omulu, orixá das doenças. Aparece sob duas formas: jovem e forte, como Obaluaiê, e velho e decrépito, como
Omulu. Nos candomblés, é considerado companheiro inseparável de Ogum (deus da guerra) e de Exu; costuma-se chamá-lo de "homem da encruzilhada". É um dos orixás mais prestigiados no
Brasil.
Características:
Omolu tem o poder de enviar e curar doenças epidêmicas e individuais pelo que seu culto apresenta rígidas normas e proibições, para evitar que se encolerize.
Sincretismo:
é identificado com São Lázaro e São Bento.
Cores:
branco e preto, às vezes marrom.
Comanda
A saúde e as doenças.
Come
Milho branco e pipocas.
Seu dia
É a segunda-feira.
Suas cores são
vermelho e preto, ou preto e branco.
Corresponde
A São Bento ou São Roque
Oferendas:
pipoca sem sal, feijão-preto e feijão-fradinho, aberém, etc.
Saudação:
Atotô.
Dia da semana:
segunda-feira.
PORTAL
FOLCLORE BRASILEIRO
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